Se durante o período do primeiro internamento foi para mim muito importante a presença dos familiares mais próximos e dos Amigos mais íntimos, igualmente importante, pela negativa, foi a ausência injustificada e injustificavel do meu Pai, que durante todo o tempo de Internamento, quando ainda não se sabia a Gravidade do que estava a acontecer,embora Sabendo que eu estava ali totalmente perdido e receoso do que me poderia acontecer, foi incapaz de me visitar ou fazer um Telefonema que fosse!
Ainda agora, passados todos estes anos e depois de pensar muito sobre o assunto não consigo encontrar motivação que leve alguém a fazer isso a um filho.
Passou...Embora continue a guardar-lhe o mínimo respeito que toda a gente deve ter para com o Pai, o nosso relacionamento passou a ser uma obrigação, e é limitado ao Acaso, como se fossemos conhecidos de curta data e sem qualquer tipo de empatia.
O meu Sogro sim, tem sido um Verdadeiro Pai, sempre pronto a ajudar ao mínimo sinal de dificuldade, aconselhar e encorajar quando isso é solicitado, mostrando-se depois orgulhoso quando um objectivo é alcançado.
O Pai que todos gostariam de ter pois é uma Referência a seguir, pela simplicidade na maneira de ser, no Amigo que é, e pela forma de encarar a vida descontraidamente, mantendo ao mesmo tempo bem Altos e devidamente Sublinhados os conceitos de Família, Amizade e Cidadania como princípios fundamentais.
Tenho grande orgulho no Avô do meu Filho!!
26 julho 2009
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