Ano 2000, novo Milénio, vida nova! Depois de passada a fase critica era tempo de prosseguir com a normalidade possível e desejada, eu e a minha companheira decidimos casar.
Para isso começámos por procurar casa, tarefa que se revelou nada fácil numa altura em que os preços estavam muito inflacionados e apesar da oferta ser muita, só encontrámos algo dentro das nossas possibilidades e minimamente compatível com os nossas necessidades, um apartamento localizado a 30 KM das nossas referências, família, emprego, amigos, enfim, longe de tudo o que era nos era familiar e a nossa rotina. Se bem que o casamento pressupõe uma mudança total do estilo de vida, teria sido muito agradável termos por perto alguém que fosse nosso conhecido, pelo menos, alguém que com a sua presença nos permitisse sentir em “casa”.
A escolha do local onde iríamos morar foi portanto difícil e só a enorme vontade de casar e ter o nosso espaço nos permitiu avançar sem medo e com a certeza de que tudo iria correr bem.
Depois de tomada a decisão iniciá-mos a preparação do nosso “ninho”, o que demorou mais de um ano, desde as pinturas a questões relacionadas com segurança, tudo foi pensado ao pormenor, sempre ponderando as nossas possibilidades para não arriscar dar um passo maior do que a perna, mas ainda assim algumas coisas foram feitas como se aquela casa fosse A Casa.
Era também tempo para os preparativos para a Boda, e novamente começaram as escolhas...Dia, Local e tudo o resto que um evento desta importância requere. Este é um dia único, e por isso decidimos torná-lo inesquecivel, para nós e para todas as pessoas que nos deram a honra da sua presença.
Os convidados estavam naturalmente escolhidos e para pessoas tão Importantes tinha-mos que encontrar um cenário à altura!
E se fosse o Mosteiro dos Jerónimos?
23 agosto 2009
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1 comentário:
Ao ler o teu blogue também estou com as lágrimas nos olhos, e sentindo-me uma péssima AMIGA, pois sinto que nem sempre te dei a devia atenção ou tentei chegar mais junto dos teus sentimentos. Mas ao ler as tuas mensagens penso que vou ficar uma melhor pessoa e mais atenta. Obrigada por me dares a conhecer um pouco mais de ti e assim chegar até ti.
Sempre que precisares ou não eu estarei onde quiseres, sempre pronta a dar os passos ao teu ritmo.
Aliás não tenho lágrimas nos olhos, mas sim estou a chorar, mas de orgulho. Obrigada.
Paula (Vitinho)
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